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22/fev/2020

O surgimento de estrias na gravidez é um acontecimento extremamente comum, principalmente no terceiro trimestre. Conheça os fatores que influenciam seu surgimento: ALTERAÇÕES HORMONAIS NATURAIS NA GESTAÇÃO Hormônios como estrogênio, cortisol, relaxinas e outros tornam as fibras elásticas da pele mais frágeis, facilitando o seu rompimento quando sujeitas a grandes distensões.

TENDÊNCIA FAMILIAR PARA FORMAÇÃO DE ESTRIAS: Mulheres que apresentam história familiar de estrias, principalmente striae gravidarum, apresentam um maior risco de desenvolverem moderadas a graves estrias na gravidez.

IDADE DA GESTANTE: Mulheres mais novas (com menos de 25 anos) têm uma pele mais “firme”, apresentando maior facilidade de rompimento das fibras elásticas. Gestantes acima de 30-35 anos têm um risco bem mais baixo.

PRIMEIRA GESTAÇÃO: O risco de aparecerem estrias é muito maior na primeira gravidez que nas gravidezes subsequentes. Após uma primeira gestação, a pele já se encontra mais flácida e mais apta a distender-se novamente. A gestante também costuma estar, pelo menos, dois ou três anos mais velha que na primeira gravidez.

PESO DO FETO: Quanto maior for o crescimento da barriga na gestação, maior será a esgarçamento da pele e, consequentemente, maior será o risco de aparecerem estrias.

GANHO DE PESO NA GRAVIDEZ: Quanto maior for o ganho de peso na gravidez, maior será o risco de surgirem estrias. Então, o controle do ganho de peso na gestação é uma das principais maneiras de prevenir o aparecimento de novas estrias, uma vez que é um dos fatores “controláveis” pela gestante.

ETNIA DA GESTANTE: Grávidas de etnia não-branca apresentam um maior risco de desenvolverem estrias na gravidez.

EXISTÊNCIA DE ESTRIAS ANTES DA GRAVIDEZ: Mulheres que mesmo antes de estarem grávidas já se mostram propensas a desenvolverem estrias, principalmente na barriga e nos seios, apresentam elevado risco de terem striae gravidarum.


Roberta Castro Dermatologia 2016 - By ABACAT